Entalado em palavras, não há razão para sobreviver a uma guerra que não é minha. Nada faz sentido e deixei de saber quem sou.
Uma questão de princípios. Todos devíamos viver com isso, devíamos ser genuínos e não nos deixarmos influenciar por amor, para amar. Não devíamos!
Quando se ama perde-se uma parte de nós e ganha-se outra. Estima-se o sonho e almeja-se a continuidade de uma história de um daqueles filme de fim de tarde. Um dos tantos romances que passaram lá em casa mas nunca vimos ninguém a vivê-los. Quer dizer, eu já vi.
Mas perdemos o fulgor e a jovialidade que nos transporta para a loucura, para o desejo de querer errar e cometer pecados. Os tais pecados que nos são bloqueados porque amamos.
Hoje, não sou mais eu por ser quem queres que seja. Mas hoje, deixou de ser e já é passado, virei costas e decidi regressar. Porque esta não é a nossa viagem. Esta ainda é a minha deixa, ainda é o meu momento.
Não deixes de ser quem és por amor, faz com quem te amem por ser quem és.
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